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AS FÉRIAS DOS WEBMONSTROS

Pois é, pois é… os estarolas que mantêm o site Cabeça de Pescada, foram mais uma vez de férias nestes mês de Dezembro (espantem-se os leitores!!), razão pela qual não têm entrado novas barbaridades no tão vosso amado site. Nós sabemos a tristeza que vocês, caros leitores, têm sentido. Para que não fiquem tão tristes, aqui fica um breve relato (para não chatear) das nossas férias para que se possam entreter:

Dia 0

Partida de Lisboa com direcção incerta, ao volante e um Renault 5 amarelo fosco ( estes pormenores são importantes). Após cerrada discussão acabou por se decidir seguir para Norte, pela estrada nacional para poupar no carcanhol. Chegada a Santarém após viagem de 5 horas, com paragem em todas as tascas e cervejarias. Visita turística à cidade, percorrendo todas as tascas e paragem para jantar no Quinzena ( uma bela tasca). À noite, visita à única discoteca aberta seguida de um breve mas relaxante descanso à porta da mesma (por detrás de um caixote do lixo ).

Dia 1

Saída de Santarém com direcção ao Porto, passando por Fafe, terra natal de um de nós. Breve paragem na adega do tio Joaquim para aperitivos. Chegada ao Porto já de noite para mais uma visita turística com passagem breve na casa onde nasceu o outro de nós para encher garrafas. Descida a pé para a Ribeira onde ficámos cerca de 4 dias em actividades lúdicas e beberetes (o Porto resume-se à Ribeira e o resto fica lá muito para cima).

Dia 5

Após nova discussão decidimos continuar para Norte, visitar as terras de nuestros hermanos (os galegos… que os espanhóis são umas bestas!). Paragem em Viana do Castelo para apreciar a paisagem interior de uma bela adega. Pareceu-nos ver o mar, mas não tivemos bem a certeza. Chegada a Valença após 6 horas de viagem onde atravessámos a fronteira em direcção a Tui.
Como estas viagens não são só turismo, decidiu-se, após cerrada discussão por causa do carcanhol, conhecer companhia feminina num dos muitos afamados bares desta zona. Insistimos em conhecer típicas moças galegas mas acabaram por nos dar uma boliviana e uma arménia. Expulsão do dito bar após insistência em permanecer com as moças mais do que o tempo regulamentar. Felizmente que templos de cultura é coisa que não falta por estas bandas. Após várias visitas, dirigimo-nos (após acesa discussão) para a costa para gozar de um merecido descanso em praias galegas, apesar da chuva e do frio.

Dia 6 a dia 13

As praias estavam boas e parece que a água também, apesar de gelada. A hospedagem fez-se, quando era mesmo preciso, em pensões baratas, sempre situadas nas zonas antigas (na Galiza chamam-se de copas). Os dias parece que estiveram com muita chuva, as noites parece que também. Foram muitas as visitas turísticas, mas ficaram um bocado misturadas umas com as outras. Provaram-se e abusaram-se das típicas iguarias da região: whisky cola e cocaína.
As moças também eram jeitosas, todas muito bonitas (pelo menos durante a noite). Tivemos também direito a um belo jantar de marisco, seguido de uma rápida partida para outras bandas.
Como se tinha quase acabado o carcanhol, decidimos voltar para Portugal.

Dia 14 e 15

Regresso à capital. Após enorme discussão (pois somos os dois ateus convictos), decidimos passar uma noite em Braga a pedir esmola e uns copitos de tinto. A discussão deveu-se ao desejo de gastar o resto do carcanhol em companhia feminina, mas tal não chegou a acontecer (não encontrámos nenhuma).
A viagem de regresso fez-se sem percalços, apenas uma breve paragem no Cartaxo para levar recordações para a família (imediatamente bebidas).

 
 
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