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A PINGA - CONTO ERÓTICO

O despertador tocou dez minutos antes do horário de trabalho. Também não importava. Afinal, o emprego era mesmo no prédio ao lado. Bateu uma punheta, limpou-se aos lençóis e vestiu-se à pressa, com o perfume da sua ainda recente e extraordinária experiência sexual.

Chegado ao trabalho, foi interpelado pelo seu chefe, que quis saber o porquê da enorme mancha que trazia junto à braguilha. Essa pergunta excitou-o tanto, que se enfiou debaixo da secretária mais próxima e festejou a segunda do dia.

Não contente com o seu acto inoportuno e com a refilice do chefe, bateu uma terceira e, desta vez, levou à boca os seus deliciosos fluídos corporais. No final da manhã, ao passar pelo local da 3ª do dia, reparou que ainda havia uma gota no chão. Embora estivesse misturada com pó, resolveu lamber o chão, para provar os seus fluídos com ácaros.

Não foi isso que o levou a sentir-se enjoado, mas a verdade é que, julgando estar grávido de si próprio, voltou à carga, batendo a quarta da manhã. Os vómitos começaram sem parar, mas o vício estava adquirido.

Sem grandes demoras, bateu mais uma contra a parede. O sabor dos seus fluídos misturados com a tinta da parede excitaram-no ainda mais e, sem problemas, cortou a pila e enfiou-a no rabo.

No dia seguinte, quando estava sentado na pia, viu nascer o seu filhote, mas ficou muito desiludido, pois este não saía ao pai, pois estava sempre mole. Naquele momento, apesar das circunstâncias, jurou (enquanto repetia outro acto de auto-prazer) ser um bom pai solteiro, isto porque estava muito agradecido ao filho, que ao nascer, lhe tinha feito crescer um novo instrumento.

Extremamente agradecido, cortou-o de novo, e voltou a enfiar no seu delicado rabo, o seu novo sexo ainda virgem. Sabendo que a sequência se repetia sempre da mesma forma, satisfeito, masturbou-se feliz para sempre!
 
 
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