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TOPLESS MASCULINO VAI SER PERMITIDO

Uma inovadora e extraordinária (ordinária para alguns habitantes mais puritanos) medida, promete revolucionar os verões das praias das Berlengas. O Presidente Goma, está a pensar em permitir o «topless» masculino nas praias do país...

 
 

O Governo das Berlengas, vai dar início durante esta época balnear, a uma experiência inovadora, que promete agitar a sociedade mais conservadora do país. Cerca de 100 cidadãos das berlengas, do sexo masculino, vão ter a oportunidade de fazer topless nas praias do país. A implementação definitiva desta medida inovadora, está dependente da aceitação social.

Para a Sra. D. Maria das Virtudes, habitante octogenária das Berlengas, a medida que permite o topless masculino nas praias das Berlengas, "é um ultraje aos bons costumes e tradições do povo das Berlengas, um povo muito católico e apreciador da boa moral, pois neste país, até as gaivotas usam coletes de malha".

A Associação Berlenguense dos Bons Costumes já reagiu e resolveu lançar uma campanha de protesto, exigindo uma consulta popular, que para o seu dirigente máximo, Juliano Goma e Goma, "se deve realizar nas igrejas das Berlengas, o único lugar do país onde se encontram as pessoas de bem e com boa moral".

Segundo Juliano Goma e Goma, "esta medida poderá provocar grandes e irreversíveis alterações na vida das famílias das Berlengas, com as jovens e as senhoras das Berlengas a pensar mais em sexo, o que poderá ter graves consequências na política de contenção de natalidade do país. Para além disso, julgamos dever fazer tudo para lutar contra todas as iniciativas, que possam provocar alterações nos bons costumes da sociedade das Berlengas, pois não queremos ver no nosso país essa doença que é a homossexualidade".

A empresa Camisolas de Praia da China, também está contra esta medida, considerando-a extremamente penalizadora para a economia das Berlengas. O Director-Geral da empresa de vestuário, Zeh Nahn Goma, considera que "a implementação do topless masculino vai provocar uma grande quebra na venda de camisolas e poderá custar alguns postos de trabalho".

Pelo contrário, a Associação das Berlengas de Empresas de Construção Civil, demonstrou o seu agrado por esta medida, tendo pedido ao governo que considere a possibilidade dos trabalhadores da construção civil poderem trabalhar sem camisola durante os meses mais quentes do ano.

 
  Esta página foi visionada pelo Gabinete de Leituras Aconselhadas (GLA), presidida pelo ilustre Presidente das Berlengas, Doutor António da Silva Goma, benfeitor do país e da humanidade.
 
 
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